Introdução
Em um cenário global cada vez mais volátil, garantir a segurança dos viajantes corporativos em destinos de alto risco ou instabilidade política é um desafio estratégico. Para empresas que dependem de viagens para crescimento e relacionamento, entender as tendências e adotar práticas resilientes é essencial.
Contexto Atual: Por Que Isso Importa para Viagens Corporativas
O setor de viagens está previsto para crescer em 2026, impulsionado por um aumento no entusiasmo dos consumidores, conforme mostra a pesquisa da Skift Research. No entanto, este crescimento vem acompanhado de riscos significativos, incluindo instabilidade geopolítica, desafios econômicos e questões de acessibilidade. Para as corporações, isso significa que o planejamento e a gestão das viagens precisam integrar medidas robustas de segurança para proteger seus colaboradores.
Fatos Principais
- O setor de viagens tem perspectiva de crescimento em 2026, baseado no desejo do público por lazer e negócios.
- A instabilidade política e os conflitos globais representam ameaças concretas para a segurança dos viajantes.
- Desafios econômicos e a inflação podem limitar opções e exigir alternativas mais estratégicas no planejamento.
Análise e Impacto para Empresas e Gestores de Viagens
Gestores de viagens corporativas precisam implementar políticas que considerem a resiliência como pilar central. Isso inclui:
- Monitoramento constante da evolução política e social dos destinos.
- Parcerias com fornecedores confiáveis que ofereçam suporte em emergências.
- Investimento em seguros de viagem abrangentes e protocolos claros de resposta rápida.
- Treinamento prévio aos viajantes sobre precauções específicas do destino.
Além disso, as empresas devem rever suas políticas de viagens para priorizar a saúde, segurança e bem-estar dos colaboradores, alinhando essas práticas aos objetivos de ESG (Environmental, Social and Governance).
Tendências Relacionadas
- Bleisure: A combinação de negócios com lazer pode exigir maior flexibilidade e planejamento para garantir segurança fora do ambiente corporativo.
- Políticas de Viagem: Revisões constantes para adaptação à volatilidade global, como restrições de viagem rápida.
- ESG: Empresas incorporando responsabilidade social e ambiental na gestão de viagens, reforçando segurança e ética.
- Controle de Custos: Otimização de gastos sem comprometer a segurança, especialmente em destinos instáveis.
Conclusão Prática
Empresas devem adotar uma postura proativa frente aos riscos globais, combinando tecnologia, inteligência de dados e treinamento constante para garantir a segurança dos seus viajantes. Recomenda-se investir em plataformas de monitoramento e comunicação em tempo real, além de estabelecer protocolos claros para situações de crise.
